Pois é a correria já acabou, hoje para Honra e GLORIA do SENHOR JESUS sou uma moça formada, Sou uma COMUNICOLOGA, DEUS me deu a oportunidade ter uma profissão, um SONHO que aos meus olhos já não seria mais possivel de ser realizado, mas como somos limitados, as nossas vontades os nossos sonhos são tão pequenos tão pobres, Mas GRAÇAS a DEUS entrego a minha vida todos os DIAS na mão de DEUS é ELE quem vai a minha frente aplainando os meus caminhos me direcionando e me protegendo de todo o mau.
Muito Obrigada MEU DEUS por essa VITÓRIA.
Muito Obrigada minha FAMILIA, por todo apoio
Muito Obrigada TIO VA, por tudo
Amo muito Todos VCS
Valeu
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Começar de novo!
As meninas comentaram que, depois de ontem, tudo estava estranho...Que talvez, tudo tenha terminado...
Quero crer que tudo está começando, de um novo jeito, de uma nova forma, com novo conteúdo para cada um de nós!
De público, quero agradecer a todas vocês, meninas!

Agradecer pela paciência, pela tolerância, pelo trabalho, empenho, luta; por todos os bicos (até que foram poucos...), pelos cafés, pelas risadas, pelas lágrimas derramadas, pelos abraços apertados.
Pelos e-mails trocados, pelos torpedos disparados, pelos telefonemas a cobrar que eu nunca mais ia atender (e atendia sempres) .
Pelos papéis rabiscados , pelos papéis rasgados, pelos papéis impressos.
Pelas tpm´s disfarçadas!
Pelo PTM concluído!
Pelo PTM concluído!
Até dia 10.
Até dia 9.
Até amanhã!
Sentirei saudades, sempre...
bjs,
W
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
SPOT
A Mundo Comunicação Integrada está trabalhando muito nas campanhas da Empresa Cimentos Cauê, e decidimos apresentar o spot desenvolvido ontem, dia 11-11-08.
Ei Você! É Você mesmo, uai.
Está pensando em dar um novo rumo na sua vida?
Se prepare, pois está chegando a sua grande chance.
Campanha Construindo novos Caminhos com a CAUÊ.
Pegue carona neste TREM, sô,
E garanta já a sua vaga.
Está pensando em dar um novo rumo na sua vida?
Se prepare, pois está chegando a sua grande chance.
Campanha Construindo novos Caminhos com a CAUÊ.
Pegue carona neste TREM, sô,
E garanta já a sua vaga.
Com a sua experiência vamos expandir o seu conhecimento, uai!
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Mídia Radical, marketing dirigido, criatividade
Ops!
Esqueci completamente, mas JAMAIS é tarde para se divulgar as boas e inteligentes idéias.
Encontraremos, na peça a seguir, as melhores e as mais importantes ferramentas do marketing: custo baixo, criatividade, dirigida; único problema: curtíssimo tempo de vida.
Primeiro meu percurso até o trabalho
Sou usuária do transporte público, mais precisamente dos trens da CPTM desde Itaquera a Pinheiros.
Embarco na estação Dom Bosco – Zona Leste;
Desembarco na estação Luz – Centro;
Embarco na Linha para Francisco Morato e desembarco na Barra Funda – Zona Oeste;
Embarco na Linha para Carapicuíba e desembarco na estação Presidente Altino (uma estação antes de Osasco); Ufa!
Embarco na linha para Grajaú e, finalmente, desembarco na estação Pinheiros!!
1- O tema
Eleições para Prefeito - primeiro turno - São Paulo
2- O público
Trabalhadores: engravatados, uniformizados, descolados, simplérrimos, negros, brancos, azulados, descascados, vermelhos, coloridos, pálidos, cansados, acordados, vivos, mortos, os que curtem samba, os que curtem pagode, os que curtem funk proibidão, os que curtem reggae, os que curtem o fone, os que curtem um livro e aqueles que não curtem nada, pois afinal de contas... as pessoas fazem opções.
3- O local
Trem da linha 8 – Diamante – Júlio Prestes-Amador Bueno
4- A mídia
Vários post-it (aquele papelzinho auto-colante amarelinho) que foram colocados na parede interna do trem (claro, só estou sendo didática)
5- A mensagem
Votem em branco
Votem nulo
Votem em branco
Votem nulo
6- Pós marketing
Marta e Kassab irão para o segundo turno
Esqueci completamente, mas JAMAIS é tarde para se divulgar as boas e inteligentes idéias.
Encontraremos, na peça a seguir, as melhores e as mais importantes ferramentas do marketing: custo baixo, criatividade, dirigida; único problema: curtíssimo tempo de vida.
Primeiro meu percurso até o trabalho
Sou usuária do transporte público, mais precisamente dos trens da CPTM desde Itaquera a Pinheiros.
Embarco na estação Dom Bosco – Zona Leste;
Desembarco na estação Luz – Centro;
Embarco na Linha para Francisco Morato e desembarco na Barra Funda – Zona Oeste;
Embarco na Linha para Carapicuíba e desembarco na estação Presidente Altino (uma estação antes de Osasco); Ufa!
Embarco na linha para Grajaú e, finalmente, desembarco na estação Pinheiros!!
1- O tema
Eleições para Prefeito - primeiro turno - São Paulo
2- O público
Trabalhadores: engravatados, uniformizados, descolados, simplérrimos, negros, brancos, azulados, descascados, vermelhos, coloridos, pálidos, cansados, acordados, vivos, mortos, os que curtem samba, os que curtem pagode, os que curtem funk proibidão, os que curtem reggae, os que curtem o fone, os que curtem um livro e aqueles que não curtem nada, pois afinal de contas... as pessoas fazem opções.
3- O local
Trem da linha 8 – Diamante – Júlio Prestes-Amador Bueno
4- A mídia
Vários post-it (aquele papelzinho auto-colante amarelinho) que foram colocados na parede interna do trem (claro, só estou sendo didática)
5- A mensagem
Votem em branco
Votem nulo
Votem em branco
Votem nulo
6- Pós marketing
Marta e Kassab irão para o segundo turno
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
INVESTIR NOS COLABORADORES TAMBÉM É RESPONSABILIDADE SOCIAL
Ao contrário do que algumas pessoas pensem, o investimento que a empresa faz em seus colaboradores, como reembolso de creche e auxílio-funeral por exemplo, também são atitudes de cunho social. Um exemplo disso é a Volkswagen do Brasil que, recentemente, investiu cerca de 150 milhões de reais na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo – SP, ao adquirir equipamentos de ponta para preservar a saúde e a segurança dos seus trabalhadores. O investimento foi para a linha de produção do Pólo, que abriga os processos de fabricação mais modernos do grupo em todo o mundo. "O investimento na saúde e na segurança dos nossos trabalhadores é uma das nossas grandes preocupações. Não poupamos recursos para instalar os mais modernos e avançados sistemas existentes no mundo para prevenir acidentes e preservar a saúde e a segurança dos nossos funcionários", declara Milton Spadari, supervisor de Segurança do Trabalho da fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil. Investimentos sociais externos também estão começando a tomar forma no nosso país. Projetos como o da Fundação BankBoston, que promoveu, no começo deste ano, oficinas de grafite abertas ao público, atividade que fez parte do projeto Um presente para São Paulo. Durante todos os sábados de fevereiro de 2003, jovens e crianças de todas as idades e classes sociais participaram gratuitamente de atividades de grafitagem. O aprendizado tinha como objetivo dar uma oportunidade de profissão para estes jovens. E ainda pensando nos jovens carentes, a Schneider Electric promove ações comunitárias com o objetivo de dar oportunidade a eles. Chamado de Projeto Luli, o programa se estende a 60 países do mundo e faz parte de um dos seis desafios do plano de gestão da empresa. Em cada país, são formados diversos grupos que promovem diferentes ações com entidades assistenciais. Ao todo, são 285 grupos. No Brasil, o projeto beneficia três instituições: a Fundação Julita (São Paulo – SP), o Instituto de Promoção ao Menor (Sumaré – SP) e o Grupo de Apoio às Crianças com Câncer (Guararema – SP). O projeto prevê a realização de trabalhos voluntários, incluindo palestras e aulas sobre assuntos técnicos e conhecimentos gerais. Os funcionários da empresa participam, ainda, doando conhecimento, dinheiro e materiais, de acordo com a necessidade de cada entidade. Jovens carentes também são o foco de um projeto de educação gratuita da Universidade Federal do Rio de Janeiro para 2004. A idéia da entidade é oferecer bolsas de estudos para jovens carentes, garantindo aos estudantes de baixa renda que passam pelo filtro do vestibular, condições de se manterem até o final do curso de graduação. O valor da bolsa é de R$ 250,00 para alunos de famílias cuja renda é inferior a três salários mínimos. Cada aluno beneficiado terá também um professor ao seu dispor, que funcionará como seu orientador, acompanhando-o durante todo o curso. "O projeto foi criado para sensibilizar empresas e governo a aumentarem o apoio aos alunos que estudaram em escolas públicas e conseguiram uma vaga em uma das muitas conceituadas universidades brasileiras", explica o criador do projeto e reitor licenciado da instituição, Carlos Lessa.
Reportagem de Ana Paula Ruiz 172ª edição da Carreira & Sucesso- newsletter. (24 de março de 2003). Publicada no site da Catho. www.catho.com.br
By Mari CarOl
Reportagem de Ana Paula Ruiz 172ª edição da Carreira & Sucesso- newsletter. (24 de março de 2003). Publicada no site da Catho. www.catho.com.br
By Mari CarOl
sábado, 18 de outubro de 2008
Curso ABERJE de Sustentabilidade
Dica útil da profa. Cláudia Rossi aos comunicadores e comunicólogos. A dica é ótima, o preço da ABERJE é que pode ser um pouco salgado, dependendo do referencial.
A sustentabilidade entrou definitivamente na agenda das corporações e hoje é um dos temas estratégicos mais importantes, pois gera valor econômico para os negócios e causa grande impacto na reputação, na imagem e na marca da organização, além de representar novos desafios.
Pensando nestas questões a ABERJE oferece dia 24 de out/2008 o curso “Sustentabilidade: O que é, Por que Adotar e Como comunicar”, com o instrutor Ricardo Voltolini [1], colunista do Jornal Gazeta Mercantil e Coordenador do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE.
Local:
Av. Angélica, 1757 -120 and. – Higienópolis – SP
Valores:
Associados: R$ 600,00 / Não associados: R$ 830,00
Todos os participantes receberão um dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, publicado pela AberjEditorial.
Detalhes e inscrições, acesse:
http://www.mediagroup.com.br/eventos/aberje/2008/outubro/sustentabilidade/index.html
Contatos:
Carolina Soares
11 3662.3990
carolina@aberje.com.br ou cursos@aberje.com.br
Nota:
[1] Ricardo Voltolini é jornalista, especialista em Marketing institucional e comunicação organizacional. Consultor de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade há 12 anos; dirige a empresa Idéia Sustentável, especializada em consultoria, educação, projetos especiais e conteúdos focados em sustentabilidade. Professor de MKT Social no curso de MBA de Gestão e Empreendedorismo Social da FIA-USP.
A sustentabilidade entrou definitivamente na agenda das corporações e hoje é um dos temas estratégicos mais importantes, pois gera valor econômico para os negócios e causa grande impacto na reputação, na imagem e na marca da organização, além de representar novos desafios.
Pensando nestas questões a ABERJE oferece dia 24 de out/2008 o curso “Sustentabilidade: O que é, Por que Adotar e Como comunicar”, com o instrutor Ricardo Voltolini [1], colunista do Jornal Gazeta Mercantil e Coordenador do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE.
Local:
Av. Angélica, 1757 -120 and. – Higienópolis – SP
Valores:
Associados: R$ 600,00 / Não associados: R$ 830,00
Todos os participantes receberão um dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, publicado pela AberjEditorial.
Detalhes e inscrições, acesse:
http://www.mediagroup.com.br/eventos/aberje/2008/outubro/sustentabilidade/index.html
Contatos:
Carolina Soares
11 3662.3990
carolina@aberje.com.br ou cursos@aberje.com.br
Nota:
[1] Ricardo Voltolini é jornalista, especialista em Marketing institucional e comunicação organizacional. Consultor de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade há 12 anos; dirige a empresa Idéia Sustentável, especializada em consultoria, educação, projetos especiais e conteúdos focados em sustentabilidade. Professor de MKT Social no curso de MBA de Gestão e Empreendedorismo Social da FIA-USP.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Briefing
Bom Dia Agencia o arquivo do briefing esta sendo finalizado e esta disponivel no email da agencia
por favor deem uma olhada e me respondam
Bjs
Camila Costa
por favor deem uma olhada e me respondam
Bjs
Camila Costa
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
O olhar de jornalistas sobre Sustentabilidade e RSE
Mais uma das valiosas dicas da profa. Cláudia Rossi
Os vencedores do Prêmio Ethos de Jornalismo 2008, Cynthia Rosenburg, categoria Revista, e André Trigueiro, categoria Televisão, falam sobre Sustentabilidade e a importância da Responsabilidade Social Empresarial - RSE. [1]
Entrevista com Cynthia Rosenburg [2]
Instituto Ethos: Por que jornalistas da área de economia costumam olhar o desenvolvimento econômico apenas sob o enfoque do crescimento, sem abordar as questões com o viés da sustentabilidade?
Cynthia Rosenburg: Acho que não é só o jornalista de economia. Ninguém aprendeu a ter essa visão mais integrada e mais completa das coisas. E nem só os jornalistas, mas também os empresários, os cidadãos, os consumidores. Há, porém, uma evolução muito clara, e percebo isso nas red http://www.empresaverde.globolog.com.br/ ações, principalmente na revista Época Negócios, em que atuo. Muitas vezes, ao falar com uma fonte, um economista ou alguém do governo, há um esforço de abrir o foco para outras questões que não apenas a do crescimento, como os impactos sociais e ambientais. Os jornalistas de economia estão aprendendo a desenvolver esse olhar. Um exemplo é a Míriam Leitão. Os que cobrem negócios mais diretamente, que é a minha experiência, talvez venham exercitando esse olhar há mais tempo, porque essa discussão começou dentro das empresas, pelo lado da responsabilidade social. Como jornalista de negócios, você é levado a treinar esse olhar, até para poder criticar as ações das empresas.
IE: No seu caso, o que a levou a desenvolver esse olhar?
CR: Trabalhei durante quase oito anos numa publicação que começou a falar disso há tempos. Entrei na revista Exame em 1998, ano em que o Instituto Ethos foi criado. Lembro que naquele ano o Guilherme Leal, co-presidente da Natura, escreveu um artigo falando o que era responsabilidade social. Dois anos depois, a Exame criou, junto com o Instituto Ethos, a edição especial Guia da Boa Cidadania Corporativa, que hoje se chama Guia de Sustentabilidade. Quando comecei lá, vi que esse assunto estava crescendo e me interessei. Fundamental, no meu caso, foi ter trabalhado do outro lado. Trabalhei quase um ano e meio como gerente de Comunicação da Natura. Foi um momento crítico na empresa, o da abertura de capital, em que a discussão era como manter aqueles valores e princípios de negócio tornando-se uma empresa de capital aberto. Mas aquilo foi determinante, porque ficou muito claro para mim que não se trata de um modismo, mas um desafio de negócios gigantesco, que vai mexer muito com as empresas. Depois, quando voltei para o jornalismo, achei que o espaço na imprensa para esse tipo de cobertura iria crescer muito, como de fato aconteceu.
IE: Ainda existe um preconceito dos próprios jornalistas em relação à cobertura de ações de responsabilidade social, pois julgam em geral que se trata de maquiagem verde. Como o jornalista pode aprender a separar o joio do trigo, diferenciar a maquiagem verde das boas práticas?
CR: É superdifícil hoje, na cobertura de negócios, separar o joio do trigo. O jornalista não consegue fazer isso se não tiver clareza do conceito, de que tipo de práticas está observando, de qual é o negócio central de cada empresa e qual o impacto que ela tem do ponto de vista da sustentabilidade. É preciso ter muita clareza do caminho que as diversas empresas, em diversos setores, vão precisar trilhar daqui para a frente. Hoje há um amadurecimento dessa discussão nas próprias empresas. Por outro lado, muitas delas estão aproveitando para pegar essa onda e fazer a maquiagem verde. Ficou mais difícil fazer essa distinção, esse filtro. Quem trabalha em jornalismo de negócios passou a ser bombardeado com sugestões de empresas, de assessorias de imprensa e de consultores que também têm seu interesse ali. O que se pode fazer? Acho que o papel do jornalista é ouvir cada empresa com aquelas regrinhas de sempre do jornalismo, que mais do que nunca continuam valendo. Você vai ouvir o que a empresa tem a dizer, mas também especialistas, pessoas que estão relacionadas à empresa, fornecedores, concorrentes, consumidores, clientes, e tentar colocar aquele tema num contexto. Não dá pra simplificar demais e não há receita de bolo, mas acho que um jeito de separar o joio do trigo é observar qual é o negócio dessa empresa. A publicidade dos bancos, por exemplo, hoje é voltada para a sustentabilidade. Mas qual a questão central do negócio, o que um banco faz? Empresta dinheiro. Quando ele faz isso, que impacto tem? Está cobrando juros exorbitantes? Está estimulando o consumo da população de baixa renda? E como fica, nesse contexto, um banco que tem uma ação social relevante? Isso é importante para a sustentabilidade? É louvável que um banco invista em educação? Sim, mas, se estamos falando em sustentabilidade, vamos olhar para o centro do negócio. Não vamos abandonar esse olhar crítico sobre o negócio, os impactos e os riscos.
IE: Como as empresas devem fazer esse tipo de comunicação?
CR: Existe um gigantesco desafio de comunicação por parte das empresas. Hoje o discurso é completamente padronizado. Se você olhar as primeiras páginas dos relatórios de sustentabilidade, onde está a mensagem institucional, e tirar os nomes das empresas, é sempre a mesma coisa. Todo mundo tenta olhar para sua história, ver que elementos de movimento social e cuidados ambientais ao longo dessa história justificam uma abordagem de sustentabilidade hoje, para tentar dizer que sempre fizeram isso. Todas têm a sustentabilidade no seu DNA. Todas se consideram prontas. E pouquíssimas falam de desafios, de dilemas, de riscos, e nunca falam de resultados, nem do que querem alcançar. Nós, como jornalistas, não podemos esperar que as empresas evoluam nisso. Temos de continuar a fazer as matérias, sendo críticos, enquanto as empresas descobrem como melhorar sua comunicação.
Entrevista com André Trigueiro [3]
Instituto Ethos: No programa Cidades e Soluções, apresentado na Globo News, você apresenta experiências de baixo custo que usam recursos de forma sustentável. Qual é o papel da imprensa na disseminação desse tipo de soluções?
André Trigueiro: Entendo que a função social da mídia, num planeta que experimenta uma crise ambiental sem precedentes, é não apenas revelar as origens da crise, mas sinalizar rumos e perspectivas. É dar visibilidade às boas práticas, às boas experiências, àquilo que a gente poderia chamar de solução. Estou convencido disso porque experimento essa realidade e vejo que surte efeito. Você consegue inspirar gestores públicos ou privados, e mesmo um cidadão comum, alguém que tem uma liderança comunitária, a buscar mais informações sobre determinada experiência e, se for possível e interessante, replicá-la. Estamos aqui para fomentar a multiplicação dessas experiências onde elas forem pertinentes, cabíveis, e onde a relação custo-benefício for bem resolvida.
IE: O que falta para que a maioria dos jornalistas produza matérias a partir do enfoque do desenvolvimento sustentável?
AT: Cultura, informação, uma pitada de ousadia e outra de coragem. Existe um arrastão vibratório na direção das rotinas, das mesmices, da receita de bolo. Nesse sentido, a pitada de ousadia e de coragem é você imaginar que talvez não seja propriamente ruim fazer algo diferente. O diferente que assusta talvez não seja o diferente que te exponha a situações vexatórias ou constrangedoras, muito pelo contrário. E cultura e informação são necessárias porque a gente está falando de fato de um assunto que precisa ser garimpado. É preciso descobrir onde estão essas histórias, quem são as pessoas mais indicadas para contar essas histórias com propriedade e como transformar isso em notícia. Hoje é mais fácil fazer isso do que já foi num passado recente, pois há um processo de transformação em curso. Mas, ao mesmo tempo, há um senso de urgência. Não basta mudar, é preciso mudar rápido e incomodar. A gente só realiza essa manobra, com o timing necessário, incomodando. Se a gente quer agradar a todos, estar de bem com a vida e com todo mundo, é melhor não dar muita bola para a sustentabilidade. O selo que assegura que você está no caminho certo é se você está incomodando.
IE: Você ganhou o Prêmio Ethos de Jornalismo por trabalhos apresentados em 2003 e em 2007, e agora, em 2008, pelo conjunto da obra. Como você vê essa iniciativa do Ethos em reconhecer, por meio do prêmio, os jornalistas que falam sobre responsabilidade social e sustentabilidade?
AT: Prêmio é reconhecimento. É evidente que a partir do prêmio, em determinadas redações, alguns trabalhos passam a ter mais prestígio, certas pautas são apreciadas com mais respeito e você começa a ter um elemento indutor no sentido de abrir caminhos. Entendo que a função do prêmio é lubrificar engrenagens que estão emperradas. Você está trabalhando com a vaidade não só das pessoas físicas, mas também das pessoas jurídicas. A vaidade tem seu lado positivo. A maior parte das pessoas que conheço não realiza seu trabalho em função do prêmio. Mas, quando ele acontece, você pode contar esse efeito inspirador para quem te emprega, para quem paga teu salário e vê que esse trabalho, que eventualmente é o patinho feio da pauta, merece atenção e respeito.
Notas:
[1] Leia esta matéria na íntegra acessando http://www.ethos.org.br/
[2] A jornalista Cynthia Rosenburg,32 anos, editora-executiva de Época NEGÓCIOS, pesquisadora nata, é uma repórter conectada com fontes de primeira linha e apaixonada pelo tema da sustentabilidade. Escreve sobre responsabilidade social empresarial - RSE, desde que ingressou no jornalismo, há 10 anos, como repórter da Revista Exame.
Foi vencedora do 8º Prêmio Ethos de Jornalismo com cinco trabalhos, quatro deles publicados em Época NEGÓCIOS: “5 Propostas para as Metrópoles” (maio/2008, co-autoria de Alexa Salomão), “Por Dentro da Revolução Verde” (set/2007), “O Desafio de Salvar o Jari” (junho/2007) e “Sua Empresa é Verde?” (abril/2007, co-autoria de Eduardo Ferraz). Em 2007, Cynthia e Eduardo já haviam recebido o Prêmio Ethos de Jornalismo com a reportagem “Sua Empresa é Verde?”
É responsável pelo blog Empresa Verde http://www.empresaverde.globolog.com.br/
Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDR84575-8373,00.html
[3] André Trigueiro é jornalista com Pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, Professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ, autor do livro Mundo Sustentável - "Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação" (Editora Globo, 2005), Coordenador Editorial e um dos autores do livro "Meio Ambiente no século XXI", (Editora Sextante, 2003). Desde 1996 vem atuando como repórter e apresentador do "Jornal das Dez" da Globo News.
Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/andre.asp
Os vencedores do Prêmio Ethos de Jornalismo 2008, Cynthia Rosenburg, categoria Revista, e André Trigueiro, categoria Televisão, falam sobre Sustentabilidade e a importância da Responsabilidade Social Empresarial - RSE. [1]
Entrevista com Cynthia Rosenburg [2]Instituto Ethos: Por que jornalistas da área de economia costumam olhar o desenvolvimento econômico apenas sob o enfoque do crescimento, sem abordar as questões com o viés da sustentabilidade?
Cynthia Rosenburg: Acho que não é só o jornalista de economia. Ninguém aprendeu a ter essa visão mais integrada e mais completa das coisas. E nem só os jornalistas, mas também os empresários, os cidadãos, os consumidores. Há, porém, uma evolução muito clara, e percebo isso nas red http://www.empresaverde.globolog.com.br/ ações, principalmente na revista Época Negócios, em que atuo. Muitas vezes, ao falar com uma fonte, um economista ou alguém do governo, há um esforço de abrir o foco para outras questões que não apenas a do crescimento, como os impactos sociais e ambientais. Os jornalistas de economia estão aprendendo a desenvolver esse olhar. Um exemplo é a Míriam Leitão. Os que cobrem negócios mais diretamente, que é a minha experiência, talvez venham exercitando esse olhar há mais tempo, porque essa discussão começou dentro das empresas, pelo lado da responsabilidade social. Como jornalista de negócios, você é levado a treinar esse olhar, até para poder criticar as ações das empresas.
IE: No seu caso, o que a levou a desenvolver esse olhar?
CR: Trabalhei durante quase oito anos numa publicação que começou a falar disso há tempos. Entrei na revista Exame em 1998, ano em que o Instituto Ethos foi criado. Lembro que naquele ano o Guilherme Leal, co-presidente da Natura, escreveu um artigo falando o que era responsabilidade social. Dois anos depois, a Exame criou, junto com o Instituto Ethos, a edição especial Guia da Boa Cidadania Corporativa, que hoje se chama Guia de Sustentabilidade. Quando comecei lá, vi que esse assunto estava crescendo e me interessei. Fundamental, no meu caso, foi ter trabalhado do outro lado. Trabalhei quase um ano e meio como gerente de Comunicação da Natura. Foi um momento crítico na empresa, o da abertura de capital, em que a discussão era como manter aqueles valores e princípios de negócio tornando-se uma empresa de capital aberto. Mas aquilo foi determinante, porque ficou muito claro para mim que não se trata de um modismo, mas um desafio de negócios gigantesco, que vai mexer muito com as empresas. Depois, quando voltei para o jornalismo, achei que o espaço na imprensa para esse tipo de cobertura iria crescer muito, como de fato aconteceu.
IE: Ainda existe um preconceito dos próprios jornalistas em relação à cobertura de ações de responsabilidade social, pois julgam em geral que se trata de maquiagem verde. Como o jornalista pode aprender a separar o joio do trigo, diferenciar a maquiagem verde das boas práticas?
CR: É superdifícil hoje, na cobertura de negócios, separar o joio do trigo. O jornalista não consegue fazer isso se não tiver clareza do conceito, de que tipo de práticas está observando, de qual é o negócio central de cada empresa e qual o impacto que ela tem do ponto de vista da sustentabilidade. É preciso ter muita clareza do caminho que as diversas empresas, em diversos setores, vão precisar trilhar daqui para a frente. Hoje há um amadurecimento dessa discussão nas próprias empresas. Por outro lado, muitas delas estão aproveitando para pegar essa onda e fazer a maquiagem verde. Ficou mais difícil fazer essa distinção, esse filtro. Quem trabalha em jornalismo de negócios passou a ser bombardeado com sugestões de empresas, de assessorias de imprensa e de consultores que também têm seu interesse ali. O que se pode fazer? Acho que o papel do jornalista é ouvir cada empresa com aquelas regrinhas de sempre do jornalismo, que mais do que nunca continuam valendo. Você vai ouvir o que a empresa tem a dizer, mas também especialistas, pessoas que estão relacionadas à empresa, fornecedores, concorrentes, consumidores, clientes, e tentar colocar aquele tema num contexto. Não dá pra simplificar demais e não há receita de bolo, mas acho que um jeito de separar o joio do trigo é observar qual é o negócio dessa empresa. A publicidade dos bancos, por exemplo, hoje é voltada para a sustentabilidade. Mas qual a questão central do negócio, o que um banco faz? Empresta dinheiro. Quando ele faz isso, que impacto tem? Está cobrando juros exorbitantes? Está estimulando o consumo da população de baixa renda? E como fica, nesse contexto, um banco que tem uma ação social relevante? Isso é importante para a sustentabilidade? É louvável que um banco invista em educação? Sim, mas, se estamos falando em sustentabilidade, vamos olhar para o centro do negócio. Não vamos abandonar esse olhar crítico sobre o negócio, os impactos e os riscos.
IE: Como as empresas devem fazer esse tipo de comunicação?
CR: Existe um gigantesco desafio de comunicação por parte das empresas. Hoje o discurso é completamente padronizado. Se você olhar as primeiras páginas dos relatórios de sustentabilidade, onde está a mensagem institucional, e tirar os nomes das empresas, é sempre a mesma coisa. Todo mundo tenta olhar para sua história, ver que elementos de movimento social e cuidados ambientais ao longo dessa história justificam uma abordagem de sustentabilidade hoje, para tentar dizer que sempre fizeram isso. Todas têm a sustentabilidade no seu DNA. Todas se consideram prontas. E pouquíssimas falam de desafios, de dilemas, de riscos, e nunca falam de resultados, nem do que querem alcançar. Nós, como jornalistas, não podemos esperar que as empresas evoluam nisso. Temos de continuar a fazer as matérias, sendo críticos, enquanto as empresas descobrem como melhorar sua comunicação.
Entrevista com André Trigueiro [3]Instituto Ethos: No programa Cidades e Soluções, apresentado na Globo News, você apresenta experiências de baixo custo que usam recursos de forma sustentável. Qual é o papel da imprensa na disseminação desse tipo de soluções?
André Trigueiro: Entendo que a função social da mídia, num planeta que experimenta uma crise ambiental sem precedentes, é não apenas revelar as origens da crise, mas sinalizar rumos e perspectivas. É dar visibilidade às boas práticas, às boas experiências, àquilo que a gente poderia chamar de solução. Estou convencido disso porque experimento essa realidade e vejo que surte efeito. Você consegue inspirar gestores públicos ou privados, e mesmo um cidadão comum, alguém que tem uma liderança comunitária, a buscar mais informações sobre determinada experiência e, se for possível e interessante, replicá-la. Estamos aqui para fomentar a multiplicação dessas experiências onde elas forem pertinentes, cabíveis, e onde a relação custo-benefício for bem resolvida.
IE: O que falta para que a maioria dos jornalistas produza matérias a partir do enfoque do desenvolvimento sustentável?
AT: Cultura, informação, uma pitada de ousadia e outra de coragem. Existe um arrastão vibratório na direção das rotinas, das mesmices, da receita de bolo. Nesse sentido, a pitada de ousadia e de coragem é você imaginar que talvez não seja propriamente ruim fazer algo diferente. O diferente que assusta talvez não seja o diferente que te exponha a situações vexatórias ou constrangedoras, muito pelo contrário. E cultura e informação são necessárias porque a gente está falando de fato de um assunto que precisa ser garimpado. É preciso descobrir onde estão essas histórias, quem são as pessoas mais indicadas para contar essas histórias com propriedade e como transformar isso em notícia. Hoje é mais fácil fazer isso do que já foi num passado recente, pois há um processo de transformação em curso. Mas, ao mesmo tempo, há um senso de urgência. Não basta mudar, é preciso mudar rápido e incomodar. A gente só realiza essa manobra, com o timing necessário, incomodando. Se a gente quer agradar a todos, estar de bem com a vida e com todo mundo, é melhor não dar muita bola para a sustentabilidade. O selo que assegura que você está no caminho certo é se você está incomodando.
IE: Você ganhou o Prêmio Ethos de Jornalismo por trabalhos apresentados em 2003 e em 2007, e agora, em 2008, pelo conjunto da obra. Como você vê essa iniciativa do Ethos em reconhecer, por meio do prêmio, os jornalistas que falam sobre responsabilidade social e sustentabilidade?
AT: Prêmio é reconhecimento. É evidente que a partir do prêmio, em determinadas redações, alguns trabalhos passam a ter mais prestígio, certas pautas são apreciadas com mais respeito e você começa a ter um elemento indutor no sentido de abrir caminhos. Entendo que a função do prêmio é lubrificar engrenagens que estão emperradas. Você está trabalhando com a vaidade não só das pessoas físicas, mas também das pessoas jurídicas. A vaidade tem seu lado positivo. A maior parte das pessoas que conheço não realiza seu trabalho em função do prêmio. Mas, quando ele acontece, você pode contar esse efeito inspirador para quem te emprega, para quem paga teu salário e vê que esse trabalho, que eventualmente é o patinho feio da pauta, merece atenção e respeito.
Notas:
[1] Leia esta matéria na íntegra acessando http://www.ethos.org.br/
[2] A jornalista Cynthia Rosenburg,32 anos, editora-executiva de Época NEGÓCIOS, pesquisadora nata, é uma repórter conectada com fontes de primeira linha e apaixonada pelo tema da sustentabilidade. Escreve sobre responsabilidade social empresarial - RSE, desde que ingressou no jornalismo, há 10 anos, como repórter da Revista Exame.
Foi vencedora do 8º Prêmio Ethos de Jornalismo com cinco trabalhos, quatro deles publicados em Época NEGÓCIOS: “5 Propostas para as Metrópoles” (maio/2008, co-autoria de Alexa Salomão), “Por Dentro da Revolução Verde” (set/2007), “O Desafio de Salvar o Jari” (junho/2007) e “Sua Empresa é Verde?” (abril/2007, co-autoria de Eduardo Ferraz). Em 2007, Cynthia e Eduardo já haviam recebido o Prêmio Ethos de Jornalismo com a reportagem “Sua Empresa é Verde?”
É responsável pelo blog Empresa Verde http://www.empresaverde.globolog.com.br/
Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDR84575-8373,00.html
[3] André Trigueiro é jornalista com Pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, Professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ, autor do livro Mundo Sustentável - "Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação" (Editora Globo, 2005), Coordenador Editorial e um dos autores do livro "Meio Ambiente no século XXI", (Editora Sextante, 2003). Desde 1996 vem atuando como repórter e apresentador do "Jornal das Dez" da Globo News.
Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/andre.asp
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Seminário Info E-Commerce na Web 2.0
Bem, o assunto é relevante, pois precisamos ser profissionais pluralistas. Mas o valor... Vale a pena àqueles que possuem disponibilidade financeira para investir.
Abraços, Priscila Santana
"Mergulhe no mundo do comércio eletrônico junto com os principais players deste mercado, do PontoFrio.com à Livraria Cultura, do Habib's à Webmotors. E veja o impacto da web 2.0 sobre as lojas online. A programação completa do Seminário Info Webcomerce 2.0 você confere no endereço www.seminariosinfo.com.br.
Data: 20 de Outubro de 2008 - Horário 9h às 18hLocal: Av. Roque Petroni Jr., 1000 - Brooklin - São Paulo - SP Valor sem desconto: 730,00. "
Abraços, Priscila Santana
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Data: 20 de Outubro de 2008 - Horário 9h às 18hLocal: Av. Roque Petroni Jr., 1000 - Brooklin - São Paulo - SP Valor sem desconto: 730,00. "
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Live Earth nacional – música e sustentabilidade
Matéria de reforço às nossas aulas da última terça-feira, 30/set, com a profa. Rose sobre evento como ferramenta de comunicação dirigida.
Evento intitulado de "About Us - Entretenimento a Favor da Sustentabilidade" reuniu grandes nomes do cenário musical nacional e internacional, em campanha-show para conscientizar públicos formadores de opinião e fomentar idéia sobre necessidade de redução de emissão de carbono na atmosfera. O festival musical aconteceu em São Paulo (27 e 28 de set.) e em Manaus (26/set.).
Nomes como Seu Jorge, O Rappa, Jorge Ben Jor, Vanessa da Mata, Palavra Cantada representaram o Brasil; Dave Matthews Band e Ben Harper como atrações internacionais.
Estratégico promover o acontecimento em São Paulo, metrópole com maior frota de veículos automotores da América Latina – perto de 6 milhões – e em Manaus, cidade no centro da maior floresta tropical do planeta.
Para se ter idéia da seriedade e profissionalismo do evento, Flavio Gazani, José Junior e Ricardo Guimarães foram os curadores.
Ricardo Guimarães é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Conhecido como pioneiro do conceito de branding como abordagem de gestão e não apenas como ferramenta de marketing, apoiou dois dos maiores cases de branding do Brasil: Natura e Banco Real.
José Junior é um dos fundadores do AfroReggae, organização sociocultural carioca.
Flavio Gazani é advogado especialista em direito ambiental, integrante da delegação oficial brasileira para a Conferência das Partes do Protocolo de Kyoto/UNFCCC - United Nations Framework Convention on Climate Change (Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas).
Para conhecer mais sobre mudanças climáticas, acesse o site do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/3881.html
Fontes:
Portal G1
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL725039-7085,00-FESTIVAL+REUNIRA+DAVE+MATTHEWS+BAND+E+BEN+HARPER+EM+SP+E+MANAUS.html
About Us
http://www.aboutusfestival.com.br/home.html
http://br.youtube.com/user/aboutusfestival
Evento intitulado de "About Us - Entretenimento a Favor da Sustentabilidade" reuniu grandes nomes do cenário musical nacional e internacional, em campanha-show para conscientizar públicos formadores de opinião e fomentar idéia sobre necessidade de redução de emissão de carbono na atmosfera. O festival musical aconteceu em São Paulo (27 e 28 de set.) e em Manaus (26/set.).
Nomes como Seu Jorge, O Rappa, Jorge Ben Jor, Vanessa da Mata, Palavra Cantada representaram o Brasil; Dave Matthews Band e Ben Harper como atrações internacionais.
Estratégico promover o acontecimento em São Paulo, metrópole com maior frota de veículos automotores da América Latina – perto de 6 milhões – e em Manaus, cidade no centro da maior floresta tropical do planeta.
Para se ter idéia da seriedade e profissionalismo do evento, Flavio Gazani, José Junior e Ricardo Guimarães foram os curadores.
Ricardo Guimarães é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Conhecido como pioneiro do conceito de branding como abordagem de gestão e não apenas como ferramenta de marketing, apoiou dois dos maiores cases de branding do Brasil: Natura e Banco Real.
José Junior é um dos fundadores do AfroReggae, organização sociocultural carioca.
Flavio Gazani é advogado especialista em direito ambiental, integrante da delegação oficial brasileira para a Conferência das Partes do Protocolo de Kyoto/UNFCCC - United Nations Framework Convention on Climate Change (Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas).
Para conhecer mais sobre mudanças climáticas, acesse o site do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/3881.html
Fontes:
Portal G1
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL725039-7085,00-FESTIVAL+REUNIRA+DAVE+MATTHEWS+BAND+E+BEN+HARPER+EM+SP+E+MANAUS.html
About Us
http://www.aboutusfestival.com.br/home.html
http://br.youtube.com/user/aboutusfestival
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Casa do Cristo Redentor
Olá Mundo!
Uma das instituições mencionadas no trabalho apresentado ao Prof. Sérgio, ontem, foi a Casa do Cristo Redentor. A instituição é conhecida, reconhecida e, particularmente, apreciada por mim pela seriedade e pelo amor fraterno à comunidade.
Em 2006, Roberto Justus, por meio de seu programa "O Aprendiz 3", reformou 2 casas do abrigo e a brinquedoteca da instituição.
Assim foi inaugurado, com a presença de Roberto, em 2006, o Espaço Lídia Justus (nome de sua mãe).
A seguir link da instituição e fotos da visita/inauguração.
Um grande abraço,
Priscila Santana
http://www.casadocristoredentor.org.br/
http://www.casadocristoredentor.org.br/Telas/Album/View.asp
Uma das instituições mencionadas no trabalho apresentado ao Prof. Sérgio, ontem, foi a Casa do Cristo Redentor. A instituição é conhecida, reconhecida e, particularmente, apreciada por mim pela seriedade e pelo amor fraterno à comunidade.
Em 2006, Roberto Justus, por meio de seu programa "O Aprendiz 3", reformou 2 casas do abrigo e a brinquedoteca da instituição.
Assim foi inaugurado, com a presença de Roberto, em 2006, o Espaço Lídia Justus (nome de sua mãe).
A seguir link da instituição e fotos da visita/inauguração.
Um grande abraço,
Priscila Santana
http://www.casadocristoredentor.org.br/
http://www.casadocristoredentor.org.br/Telas/Album/View.asp
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Um site muito interativo
Olá todo Mundo,
Estou empenhada em um super-projeto aqui na empresa, mas jamais esquecendo da faculdade, dos amigos, dos compromissos e de, PRINCIPALMENTE, socializar informações.
Então... segue o link de uma agência cujo site é super interativo. Já vi alguns, mas este vale a pena ter no blog. Visitem: http://www.urbanocomunic.com.br/
Abraços,
Priscila Santana
Estou empenhada em um super-projeto aqui na empresa, mas jamais esquecendo da faculdade, dos amigos, dos compromissos e de, PRINCIPALMENTE, socializar informações.
Então... segue o link de uma agência cujo site é super interativo. Já vi alguns, mas este vale a pena ter no blog. Visitem: http://www.urbanocomunic.com.br/
Abraços,
Priscila Santana
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade
A Envolverde, agência criada em 1995, especializada na cobertura de temas relacionados ao meio ambiente, desenvolvimento humano, educação e cidadania planetária, realizará em São Paulo, dias 16, 17 e 18 de outubro de 2008, o Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade, evento direcionado a profissionais de comunicação de redações e de assessorias.
O objetivo é abrir novas perspectivas para a construção de pautas. Profissionais de comunicação e especialistas em água, energia e Amazônia vão debater como abordar a sustentabilidade de forma transversal.
Este evento é organizado pelo Instituto Envolverde, que tem como missão o “Jornalismo pela Sustentabilidade”, e tem como curadores os jornalistas Adalberto Marcondes, Fátima Cardoso e Luciano Martins Costa.
Mais detalhes, acesse:
http://institutoenvolverde.blogspot.com/
http://envolverde.ig.com.br/
O objetivo é abrir novas perspectivas para a construção de pautas. Profissionais de comunicação e especialistas em água, energia e Amazônia vão debater como abordar a sustentabilidade de forma transversal.
Este evento é organizado pelo Instituto Envolverde, que tem como missão o “Jornalismo pela Sustentabilidade”, e tem como curadores os jornalistas Adalberto Marcondes, Fátima Cardoso e Luciano Martins Costa.
Mais detalhes, acesse:
http://institutoenvolverde.blogspot.com/
http://envolverde.ig.com.br/
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
SÓ DE SACANAGEM - POR ELISA LUCINDA
Ao mundo,
O que é responsabilidade social?
Comecemos, em primeiro lugar, a arrumar nossa casa, a dar exemplo. Aprendamos a exigir, também.
O que é responsabilidade social?
Comecemos, em primeiro lugar, a arrumar nossa casa, a dar exemplo. Aprendamos a exigir, também.
Só de Sacanagem
Elisa Lucinda
Composição: Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam
entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo
duramente para educar os meninos mais pobres que eu,
para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus
pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e
eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança
vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança
vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o
aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus
brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao
conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e
dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva
o lápis do coleguinha",
" Esse apontador não é seu, minha filhinha".
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido
que escutar.
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca
tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica
ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao
culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do
meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear:
mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem!
Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo
o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse
o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu
irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a
quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o
escambau.
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde
o primeiro homem que veio de Portugal".
Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram? IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente
quiser, vai dá para mudar o final!
Elisa Lucinda
Composição: Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam
entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo
duramente para educar os meninos mais pobres que eu,
para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus
pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e
eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança
vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança
vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o
aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus
brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao
conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e
dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva
o lápis do coleguinha",
" Esse apontador não é seu, minha filhinha".
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido
que escutar.
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca
tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica
ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao
culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do
meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear:
mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem!
Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo
o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse
o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu
irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a
quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o
escambau.
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde
o primeiro homem que veio de Portugal".
Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
Eu repito, ouviram? IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente
quiser, vai dá para mudar o final!
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Relatório Técnico - RSE
VALOR DA RESPONSABILIDADE SOCIAL PARA AS EMPRESAS
O presente relatório visa enfatizar a relevância da Responsabilidade Social Empresarial - RSE: Atitude que agrega valor à marca.
Case escolhido
Empresa: Robert Bosch Ltda.
Prêmio ABERJE [1] 2007.
Categoria: Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial.
1. INTRODUÇÃO
Por mais que possa se mostrar como grande desafio, o competitivo cenário global contemporâneo exige das organizações comerciais e sociais uma postura cada vez mais ética, responsável e transparente frente aos diversos públicos com os quais se relacionam, assim como com os ambientes nos quais estão inseridas, buscando minimizar impactos socioambientais, e otimizar, de forma sustentável, o emprego de recursos naturais, econômicos e financeiros.
Entende-se por Responsabilidade Social como sendo, segundo Ashley (2006, p.6), a “responsabilidade daquele que é chamado a responder pelos seus atos face à sociedade ou à opinião pública... na medida em que tais atos assumam dimensões ou conseqüências sociais”.
De forma mais abrangente, RSE – Responsabilidade Social Empresarial
é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais (INSTITUTO ETHOS).
Como apontado por Ribeiro Neto (2008, p.191), não há uma norma consensual sobre o assunto. Porém, para fins de certificação, duas normativas aceitas internacionalmente, e uma nacional elaborada pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas referenciam as organizações que desejam implantar um Sistema de Gestão de Responsabilidade Social. São elas:
I. AS 8000 elaborada pela Social Accountability Internacional - SAI (Responsabilidade Social Internacional);
II. ABNT NBR 16001 elaborada pela ABNT;
III. ISO 26000 em desenvolvimento pela International Organization for Standardizaton - ISO (Organização Internacional de Normalização).
A norma AS 8000 enfatiza relações trabalhistas, e busca garantir condições ideais mínimas de trabalho. As normas ABNT 16001 e ISO 26000 são mais abrangentes, abraçando o conceito de desenvolvimento sustentável.
Conclui-se então que, Responsabilidade Social é atitude coerente e efetiva adotada pelas empresas no mundo moderno, no que diz respeito ao seu posicionamento frente a seus múltiplos públicos presentes e futuros, gerindo processos conjuntos, contínuos e responsáveis rumo à sustentabilidade. Responsabilidade Social não deve ser confundida com Filantropia. Esta última refere-se tão somente a ações pouco profundas e episódicas de auxílio.
2. A EMPRESA BOSCH
A empresa foi fundada em Stuttgart, Alemanha, em 1886, por Robert Bosch. O Grupo Bosch está presente em 500 países, contando com aproximadamente 271 mil colaboradores. Gerou, em 2007, um faturamento de 46,3 bilhões de euros nos setores de tecnologia industrial, bens de consumo e tecnologia de construção. No Brasil, emprega mais de 13.500 pessoas e apresentou faturamento líquido da ordem de R$ 5 bilhões. A principal integrante do Grupo na América Latina é a Robert Bosch Ltda, estabelecida no Brasil desde 1954, onde mantém 4 unidades fabris em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Aratu (BA), empregando cerca de 11.200 funcionários. Em 2007 apresentou faturamento líquido da ordem de R$ 4 bi. [2]
2.1 RESPONSABILIDADE SOCIAL NA VISÃO DA BOSCH
Responsabilidade Social Empresarial na visão da Bosch é utilizar de práticas cujos objetivos não são apenas reduzir os problemas sociais, mas contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável, através da condução dos negócios de tal forma que a empresa se torne um agente de evolução social, suprindo as demandas atuais e futuras, desde a concepção de seus produtos até a sua utilização pelo consumidor final, contemplando a cadeia de suprimentos, o processo industrial, a gestão dos colaboradores e o atendimento ao cliente.
Todas as decisões empresariais e o relacionamento com seus diversos públicos devem ser baseados em valores éticos, respeito às exigências legais e ao meio ambiente. [3]
3. CENTRO DE MEMÓRIA BOSCH
Fases para a criação do Centro de Memória Bosch:
I. Planejamento;
II. Exposições;
III. Criação de galeria de fotos;
IV. História do Salão de Automóvel;
V. Criação de um banco de dados disponibilizando informações sobre a história da organização no Brasil.
I. PLANEJAMENTO
Foi dado início no ano de 2003 com as seguintes fases:
· Diagnóstico de acervo;
· Mapeamento de documentos;
· Higienização, mecânica e acondicionamento de documentos;
· Realização de pesquisas históricas para avaliação do grau de influência da Empresa no mercado brasileiro;
· Entrevistas temáticas;
· Depoimentos orais de colaboradores internos e externos;
· Exposições temáticas permanentes e itinerantes.
Foi observado o reconhecimento, a valorização e a importância que a empresa denotou a seus colaboradores internos, quando acolheu as muitas sugestões de temas para a criação do centro de memória, e quando publicou, com destaques em sua principal revista interna, diversos depoimentos de seus principais e mais antigos funcionários.
II. EXPOSIÇÕES
Foram implementadas mostras permanentes e itinerantes:
· 2004 - Bosch 50 anos de Brasil: permanente e itinerante;
· 2005 - 45 anos de Aprendizagem Bosch SENAI: itinerante;
· 2006 - O Universo Bosch no Brasil: permanente e itinerante.
As exposições foram abertas aos colaboradores internos e visitantes, a fim de sensibilizar os vários públicos quanto à contribuição da empresa para a evolução industrial e tecnológica do País.
III. CRIAÇÃO DE GALERIA DE FOTOS
Foi criada uma galeria com fotos em preto e branco, de todos os presidentes da Bosch do Brasil, desde 1954 a 2008.
IV. HISTÓRIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL
Na primeira edição do salão do automóvel, em 1960, a Bosch já estava presente, mantendo-se fiel ao evento até os dias de hoje. As informações colhidas mostram que a empresa acompanhou a evolução do setor automobilístico brasileiro.
V. CRIAÇÃO DO BANCO DE DADOS
Um amplo e complexo banco de dados - BOSCHDOC, foi organizado e estruturado com inúmeras informações sobre a companhia. Encontra-se disponível no site da empresa para consultas e downloads em diversos formatos digitais:
· Audiovisual; História Oral; Fotográfico;
· Objeto; Gráfico; Textual.
A navegação é livre, bastando apenas realizar um simples cadastro online, para ser gerado um nome de usuário e uma senha para entrar no sistema de forma segura e personalizada, e ter acesso ao catálogo de documentos. Para conhecer o site, os endereços eletrônicos são:
http://www.bosch.com.br/centrodememoria/cm/Index.asp
ou http://www.institutorobertbosch.org.br/
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Preservar a memória organizacional significa fortalecer a cultura da empresa, sua missão, sua identidade, seus símbolos e sua trajetória; seus valores, suas raízes sistêmicas de conhecimentos, tecnologias e crenças.
Promover ação dessa natureza contextualiza a empresa no cenário político, econômico, social e histórico do ambiente onde está inserida.
Analisada pela ótica de um instrumental diferencial e estratégico de competitividade, por meio da utilização de ferramentas de comunicação adequadas, de massa ou dirigidas, a organização pode obter maior credibilidade e reconhecimento dos vários públicos com os quais se relaciona, e o fortalecimento de suas relações mercadológicas locais e globais.
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
INSTITUTO ETHOS. Disponível em http://www.ethos.org.br. Acessado em_ 10/set/2008.
INDICADORES ETHOS 2008. Disponível em_ http://www.ethos.org.br/docs/conceitos_praticas/indicadores/download/. Acessado em 12/set/2008.
RIBEIRO NETO, João Batista M.; TAVARES, José da Cunha; HOFFMANN, Silvana Carvalho. Sistemas de Gestão Integrados: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho. São Paulo: Senac São Paulo, 2008.
ROBERT BOSCH LTDA. Disponível em http://www.bosch.com.br/. Acessado em_ 12/set/2008.
[1] ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial
[2] Fonte: Robert Bosch Ltda. Disponível em http://www.bosch.com.br/. Acessado em 12/set/2008.
[3] Fonte: http://www.bosch.com.br/br/responsabilidade_social/index.html.
O presente relatório visa enfatizar a relevância da Responsabilidade Social Empresarial - RSE: Atitude que agrega valor à marca.
Case escolhido
Empresa: Robert Bosch Ltda.
Prêmio ABERJE [1] 2007.
Categoria: Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial.
1. INTRODUÇÃO
Por mais que possa se mostrar como grande desafio, o competitivo cenário global contemporâneo exige das organizações comerciais e sociais uma postura cada vez mais ética, responsável e transparente frente aos diversos públicos com os quais se relacionam, assim como com os ambientes nos quais estão inseridas, buscando minimizar impactos socioambientais, e otimizar, de forma sustentável, o emprego de recursos naturais, econômicos e financeiros.
Entende-se por Responsabilidade Social como sendo, segundo Ashley (2006, p.6), a “responsabilidade daquele que é chamado a responder pelos seus atos face à sociedade ou à opinião pública... na medida em que tais atos assumam dimensões ou conseqüências sociais”.
De forma mais abrangente, RSE – Responsabilidade Social Empresarial
é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais (INSTITUTO ETHOS).
Como apontado por Ribeiro Neto (2008, p.191), não há uma norma consensual sobre o assunto. Porém, para fins de certificação, duas normativas aceitas internacionalmente, e uma nacional elaborada pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas referenciam as organizações que desejam implantar um Sistema de Gestão de Responsabilidade Social. São elas:
I. AS 8000 elaborada pela Social Accountability Internacional - SAI (Responsabilidade Social Internacional);
II. ABNT NBR 16001 elaborada pela ABNT;
III. ISO 26000 em desenvolvimento pela International Organization for Standardizaton - ISO (Organização Internacional de Normalização).
A norma AS 8000 enfatiza relações trabalhistas, e busca garantir condições ideais mínimas de trabalho. As normas ABNT 16001 e ISO 26000 são mais abrangentes, abraçando o conceito de desenvolvimento sustentável.
Conclui-se então que, Responsabilidade Social é atitude coerente e efetiva adotada pelas empresas no mundo moderno, no que diz respeito ao seu posicionamento frente a seus múltiplos públicos presentes e futuros, gerindo processos conjuntos, contínuos e responsáveis rumo à sustentabilidade. Responsabilidade Social não deve ser confundida com Filantropia. Esta última refere-se tão somente a ações pouco profundas e episódicas de auxílio.
2. A EMPRESA BOSCH
A empresa foi fundada em Stuttgart, Alemanha, em 1886, por Robert Bosch. O Grupo Bosch está presente em 500 países, contando com aproximadamente 271 mil colaboradores. Gerou, em 2007, um faturamento de 46,3 bilhões de euros nos setores de tecnologia industrial, bens de consumo e tecnologia de construção. No Brasil, emprega mais de 13.500 pessoas e apresentou faturamento líquido da ordem de R$ 5 bilhões. A principal integrante do Grupo na América Latina é a Robert Bosch Ltda, estabelecida no Brasil desde 1954, onde mantém 4 unidades fabris em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Aratu (BA), empregando cerca de 11.200 funcionários. Em 2007 apresentou faturamento líquido da ordem de R$ 4 bi. [2]
2.1 RESPONSABILIDADE SOCIAL NA VISÃO DA BOSCH
Responsabilidade Social Empresarial na visão da Bosch é utilizar de práticas cujos objetivos não são apenas reduzir os problemas sociais, mas contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável, através da condução dos negócios de tal forma que a empresa se torne um agente de evolução social, suprindo as demandas atuais e futuras, desde a concepção de seus produtos até a sua utilização pelo consumidor final, contemplando a cadeia de suprimentos, o processo industrial, a gestão dos colaboradores e o atendimento ao cliente.
Todas as decisões empresariais e o relacionamento com seus diversos públicos devem ser baseados em valores éticos, respeito às exigências legais e ao meio ambiente. [3]
3. CENTRO DE MEMÓRIA BOSCH
Fases para a criação do Centro de Memória Bosch:
I. Planejamento;
II. Exposições;
III. Criação de galeria de fotos;
IV. História do Salão de Automóvel;
V. Criação de um banco de dados disponibilizando informações sobre a história da organização no Brasil.
I. PLANEJAMENTO
Foi dado início no ano de 2003 com as seguintes fases:
· Diagnóstico de acervo;
· Mapeamento de documentos;
· Higienização, mecânica e acondicionamento de documentos;
· Realização de pesquisas históricas para avaliação do grau de influência da Empresa no mercado brasileiro;
· Entrevistas temáticas;
· Depoimentos orais de colaboradores internos e externos;
· Exposições temáticas permanentes e itinerantes.
Foi observado o reconhecimento, a valorização e a importância que a empresa denotou a seus colaboradores internos, quando acolheu as muitas sugestões de temas para a criação do centro de memória, e quando publicou, com destaques em sua principal revista interna, diversos depoimentos de seus principais e mais antigos funcionários.
II. EXPOSIÇÕES
Foram implementadas mostras permanentes e itinerantes:
· 2004 - Bosch 50 anos de Brasil: permanente e itinerante;
· 2005 - 45 anos de Aprendizagem Bosch SENAI: itinerante;
· 2006 - O Universo Bosch no Brasil: permanente e itinerante.
As exposições foram abertas aos colaboradores internos e visitantes, a fim de sensibilizar os vários públicos quanto à contribuição da empresa para a evolução industrial e tecnológica do País.
III. CRIAÇÃO DE GALERIA DE FOTOS
Foi criada uma galeria com fotos em preto e branco, de todos os presidentes da Bosch do Brasil, desde 1954 a 2008.
IV. HISTÓRIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL
Na primeira edição do salão do automóvel, em 1960, a Bosch já estava presente, mantendo-se fiel ao evento até os dias de hoje. As informações colhidas mostram que a empresa acompanhou a evolução do setor automobilístico brasileiro.
V. CRIAÇÃO DO BANCO DE DADOS
Um amplo e complexo banco de dados - BOSCHDOC, foi organizado e estruturado com inúmeras informações sobre a companhia. Encontra-se disponível no site da empresa para consultas e downloads em diversos formatos digitais:
· Audiovisual; História Oral; Fotográfico;
· Objeto; Gráfico; Textual.
A navegação é livre, bastando apenas realizar um simples cadastro online, para ser gerado um nome de usuário e uma senha para entrar no sistema de forma segura e personalizada, e ter acesso ao catálogo de documentos. Para conhecer o site, os endereços eletrônicos são:
http://www.bosch.com.br/centrodememoria/cm/Index.asp
ou http://www.institutorobertbosch.org.br/
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Preservar a memória organizacional significa fortalecer a cultura da empresa, sua missão, sua identidade, seus símbolos e sua trajetória; seus valores, suas raízes sistêmicas de conhecimentos, tecnologias e crenças.
Promover ação dessa natureza contextualiza a empresa no cenário político, econômico, social e histórico do ambiente onde está inserida.
Analisada pela ótica de um instrumental diferencial e estratégico de competitividade, por meio da utilização de ferramentas de comunicação adequadas, de massa ou dirigidas, a organização pode obter maior credibilidade e reconhecimento dos vários públicos com os quais se relaciona, e o fortalecimento de suas relações mercadológicas locais e globais.
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
INSTITUTO ETHOS. Disponível em http://www.ethos.org.br. Acessado em_ 10/set/2008.
INDICADORES ETHOS 2008. Disponível em_ http://www.ethos.org.br/docs/conceitos_praticas/indicadores/download/. Acessado em 12/set/2008.
RIBEIRO NETO, João Batista M.; TAVARES, José da Cunha; HOFFMANN, Silvana Carvalho. Sistemas de Gestão Integrados: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho. São Paulo: Senac São Paulo, 2008.
ROBERT BOSCH LTDA. Disponível em http://www.bosch.com.br/. Acessado em_ 12/set/2008.
[1] ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial
[2] Fonte: Robert Bosch Ltda. Disponível em http://www.bosch.com.br/. Acessado em 12/set/2008.
[3] Fonte: http://www.bosch.com.br/br/responsabilidade_social/index.html.
Campanha Dia das Crianças * endomarketing *
Agência Mundo Comunicação Integrada
Campanha Dia das Crianças
EndoMarketing
Tema
Três Sotaques, um sorriso!
Juntos, fazemos o sorriso de uma criança.
Duração da campanha – 1 mês
Início dia 08 de setembro 2008
Final dia 10 de outubro 2008
Dia 12 de outubro 2008: entrega dos brinquedos e cobertores arrecadados nas instituições locais selecionadas por pesquisas e avaliações
Presença de um representante de cada unidade
Convite a voluntários
Campanha com ações em cinco fases:
- Teaser,
- Lançamento,
- Reforço,
- Avaliações e
- Premiações.
Campanha completa, acesse http://www.ciprianodesign.com/propaganda/CampanhaDiaCrianca.zip
Campanha Dia das Crianças
EndoMarketing
Tema
Três Sotaques, um sorriso!
Juntos, fazemos o sorriso de uma criança.
Duração da campanha – 1 mês
Início dia 08 de setembro 2008
Final dia 10 de outubro 2008
Dia 12 de outubro 2008: entrega dos brinquedos e cobertores arrecadados nas instituições locais selecionadas por pesquisas e avaliações
Presença de um representante de cada unidade
Convite a voluntários
Campanha com ações em cinco fases:
- Teaser,
- Lançamento,
- Reforço,
- Avaliações e
- Premiações.
Campanha completa, acesse http://www.ciprianodesign.com/propaganda/CampanhaDiaCrianca.zip
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Painéis sobre Responsabilidade Social Empresarial - RSE
Desde os anos 1980, debates nas várias esferas mundiais consideram a necessidade do estabelecimento de desenvolvimento com sustentabilidade.
Com o objetivo de analisar o cenário atual e refletir sobre a temática, entre os dias 15 e 19 de setembro, alunos do 4° sem. do curso de Comunicação e Marketing da Universidade Cidade de São Paulo - UNICID - elaboram estudos voltados ao tema Responsabilidade Social.
Os resultados das pesquisas das melhores práticas organizacionais, nacionais e no mundo, serão apresentados em forma de painel, com o intuito de mostrar e incentivar a importância de ações conscientes com relação ao assunto, e desenvolver, em segundo instante, projetos institucionais relativos à área de Responsabilidade Social Empresarial - RSE.
Release by
Mari Carol ^^
Com o objetivo de analisar o cenário atual e refletir sobre a temática, entre os dias 15 e 19 de setembro, alunos do 4° sem. do curso de Comunicação e Marketing da Universidade Cidade de São Paulo - UNICID - elaboram estudos voltados ao tema Responsabilidade Social.
Os resultados das pesquisas das melhores práticas organizacionais, nacionais e no mundo, serão apresentados em forma de painel, com o intuito de mostrar e incentivar a importância de ações conscientes com relação ao assunto, e desenvolver, em segundo instante, projetos institucionais relativos à área de Responsabilidade Social Empresarial - RSE.
Release by
Mari Carol ^^
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Primeira Parte do Relatório Bosch X Sagatiba
Bom Dia Acabei de mandar no email o arquivo do relatório tecnico para analisarmos ainda hoje sem falta.
BJS
Fiquem Com DEUS
Diretora de Atendimento
Camila Costa
OBS. Sujeito a todas alterações Construtivas rsrrsrs
BJS
Fiquem Com DEUS
Diretora de Atendimento
Camila Costa
OBS. Sujeito a todas alterações Construtivas rsrrsrs
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
SUGESTÕES
Equipe,
Na caixa de entrada estão minhas sugestões para o projeto.
Abs e até mais tarde,
Priscila Santana
Na caixa de entrada estão minhas sugestões para o projeto.
Abs e até mais tarde,
Priscila Santana
Campanha Dia das Crianças
Colegas, sócias e companheiras de luta e batalha!
Não deixem de verificar o e-mail da agência.
Lá, foi disponibilizado material sobre nossa campanha.
Avaliem, completem, comentem.
Boa semana!
W
Não deixem de verificar o e-mail da agência.
Lá, foi disponibilizado material sobre nossa campanha.
Avaliem, completem, comentem.
Boa semana!
W
domingo, 7 de setembro de 2008
Dica de Site: Responsabilidade Social!!
Nada mais interessante dq um site sobre responsabilidade social ja que o assunto do PTM é interamente sobre isso!!!
www.responsabilidadesocial.com é muito interessante com um ótimo conteúdo para consultarmos para o trabalho.
Boa Semana a Todos!!!
Mariana Carol ^^
www.responsabilidadesocial.com é muito interessante com um ótimo conteúdo para consultarmos para o trabalho.
Boa Semana a Todos!!!
Mariana Carol ^^
Roberto Justus visita Casa do Cristo Redentor
Não deixem de visitar o site http://www.casadocristoredentor.org.br/ no link FOTOS vocês verão a visita que R. Justus fez à entidade, em 2006, para inauguração do "Espaço Lídia Justus".
Abs,
Priscila Santana
Abs,
Priscila Santana
O RENASCIMENTO
Primeiramente, agradeço aos meus sócios, E GRANDES AMIGOS, pelo apoio. Para você que nos visita a primeira vez entenda o amor: minha mãe faleceu semana retrasada e pedi aos meus sócios, E GRANDES AMIGOS, licença para chorar a perda...
Estar 100% ou menos não é o importante.
O importante mesmo é que, além de ótimos sócios, tenho ÓTIMOS AMIGOS!!
Aqui vai minha postagem, pois para renascer não precisamos morrer... precisamos de um motivo, de um bom motivo, para rever nossos conceitos, nossos valores... para VIVERMOS.
Obrigada!!!
Priscila Santana
Estar 100% ou menos não é o importante.
O importante mesmo é que, além de ótimos sócios, tenho ÓTIMOS AMIGOS!!
Aqui vai minha postagem, pois para renascer não precisamos morrer... precisamos de um motivo, de um bom motivo, para rever nossos conceitos, nossos valores... para VIVERMOS.
Obrigada!!!
Priscila Santana
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Trabalho Sergio
Olha ai pessoal o script do trabalho do professor Sergio Gouvea.
Bjs Fiquem Com DEUS...
Diretora de Atendimento Camila Costa
A Empresa possui 450 funcionáros.
Segmento da Empresa Tecnologia.
Possui três escritórios: em São Paulo, no Rio de Janeiro em Porto Alegre.
80% do seus funcionários estão localizados em São Paulo.
Perfil dos funcionários são homens e mulheres com graduação minima do segundo grau, 60% dos funcinarios tem filhose 10% do total não possui acesso a Intranet.
Solicitação do CLIENTE:
Fazer uma campanha para o dia das crianças com os seguintes objetivos:
Primário: Arrecadar oa maior número de briquedos
Segundários: Arrecadação de cobertores
Terciário: Integraçaõ dos departamentos
OBS: Existem 14 departamentos diferentes.
OBS: A Empresa vai dobrar tudo que for arrecadado.
Temos que entregar na 2ª feira as seguintes etapas:
Estrategia da Campanha: O que vamos fazer? / Como vamos fazer? / Quando vamos fazer?
O Cronograma / as Ações / Tema e pelo menos o discritivo textual de uma peça.
Mãos a Obra Galera
Desculpa a demora da postagem.
Qualquer coisa podem me mandar email ou ligar no meu cel.
Bjs Fiquem Com DEUS
Camila Costa
Bjs Fiquem Com DEUS...
Diretora de Atendimento Camila Costa
A Empresa possui 450 funcionáros.
Segmento da Empresa Tecnologia.
Possui três escritórios: em São Paulo, no Rio de Janeiro em Porto Alegre.
80% do seus funcionários estão localizados em São Paulo.
Perfil dos funcionários são homens e mulheres com graduação minima do segundo grau, 60% dos funcinarios tem filhose 10% do total não possui acesso a Intranet.
Solicitação do CLIENTE:
Fazer uma campanha para o dia das crianças com os seguintes objetivos:
Primário: Arrecadar oa maior número de briquedos
Segundários: Arrecadação de cobertores
Terciário: Integraçaõ dos departamentos
OBS: Existem 14 departamentos diferentes.
OBS: A Empresa vai dobrar tudo que for arrecadado.
Temos que entregar na 2ª feira as seguintes etapas:
Estrategia da Campanha: O que vamos fazer? / Como vamos fazer? / Quando vamos fazer?
O Cronograma / as Ações / Tema e pelo menos o discritivo textual de uma peça.
Mãos a Obra Galera
Desculpa a demora da postagem.
Qualquer coisa podem me mandar email ou ligar no meu cel.
Bjs Fiquem Com DEUS
Camila Costa
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Mundo Comunicação Integrada!

A Mundo Comunicação Integrada está aqui para dar as Boas-Vindas aos nossos visitantes!
E desejar que façam boa viagem por nosso mundo integrado, com muita informação!
Um grande beijo a todos.
Divirtam-se!
sábado, 30 de agosto de 2008
Nós Amamos você, Pri!
Ideologia: queremos uma prá viver!
isso é pro nosso dia nascer feliz;
essa é a vida que nós sempre quizemos!
de nós, pro Mundo!
isso é pro nosso dia nascer feliz;
essa é a vida que nós sempre quizemos!
de nós, pro Mundo!
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