segunda-feira, 20 de outubro de 2008

INVESTIR NOS COLABORADORES TAMBÉM É RESPONSABILIDADE SOCIAL

Ao contrário do que algumas pessoas pensem, o investimento que a empresa faz em seus colaboradores, como reembolso de creche e auxílio-funeral por exemplo, também são atitudes de cunho social. Um exemplo disso é a Volkswagen do Brasil que, recentemente, investiu cerca de 150 milhões de reais na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo – SP, ao adquirir equipamentos de ponta para preservar a saúde e a segurança dos seus trabalhadores. O investimento foi para a linha de produção do Pólo, que abriga os processos de fabricação mais modernos do grupo em todo o mundo. "O investimento na saúde e na segurança dos nossos trabalhadores é uma das nossas grandes preocupações. Não poupamos recursos para instalar os mais modernos e avançados sistemas existentes no mundo para prevenir acidentes e preservar a saúde e a segurança dos nossos funcionários", declara Milton Spadari, supervisor de Segurança do Trabalho da fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil. Investimentos sociais externos também estão começando a tomar forma no nosso país. Projetos como o da Fundação BankBoston, que promoveu, no começo deste ano, oficinas de grafite abertas ao público, atividade que fez parte do projeto Um presente para São Paulo. Durante todos os sábados de fevereiro de 2003, jovens e crianças de todas as idades e classes sociais participaram gratuitamente de atividades de grafitagem. O aprendizado tinha como objetivo dar uma oportunidade de profissão para estes jovens. E ainda pensando nos jovens carentes, a Schneider Electric promove ações comunitárias com o objetivo de dar oportunidade a eles. Chamado de Projeto Luli, o programa se estende a 60 países do mundo e faz parte de um dos seis desafios do plano de gestão da empresa. Em cada país, são formados diversos grupos que promovem diferentes ações com entidades assistenciais. Ao todo, são 285 grupos. No Brasil, o projeto beneficia três instituições: a Fundação Julita (São Paulo – SP), o Instituto de Promoção ao Menor (Sumaré – SP) e o Grupo de Apoio às Crianças com Câncer (Guararema – SP). O projeto prevê a realização de trabalhos voluntários, incluindo palestras e aulas sobre assuntos técnicos e conhecimentos gerais. Os funcionários da empresa participam, ainda, doando conhecimento, dinheiro e materiais, de acordo com a necessidade de cada entidade. Jovens carentes também são o foco de um projeto de educação gratuita da Universidade Federal do Rio de Janeiro para 2004. A idéia da entidade é oferecer bolsas de estudos para jovens carentes, garantindo aos estudantes de baixa renda que passam pelo filtro do vestibular, condições de se manterem até o final do curso de graduação. O valor da bolsa é de R$ 250,00 para alunos de famílias cuja renda é inferior a três salários mínimos. Cada aluno beneficiado terá também um professor ao seu dispor, que funcionará como seu orientador, acompanhando-o durante todo o curso. "O projeto foi criado para sensibilizar empresas e governo a aumentarem o apoio aos alunos que estudaram em escolas públicas e conseguiram uma vaga em uma das muitas conceituadas universidades brasileiras", explica o criador do projeto e reitor licenciado da instituição, Carlos Lessa.





Reportagem de Ana Paula Ruiz 172ª edição da Carreira & Sucesso- newsletter. (24 de março de 2003). Publicada no site da Catho. www.catho.com.br








By Mari CarOl

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