sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mídia Radical, marketing dirigido, criatividade

Ops!
Esqueci completamente, mas JAMAIS é tarde para se divulgar as boas e inteligentes idéias.
Encontraremos, na peça a seguir, as melhores e as mais importantes ferramentas do marketing: custo baixo, criatividade, dirigida; único problema: curtíssimo tempo de vida.

Primeiro meu percurso até o trabalho
Sou usuária do transporte público, mais precisamente dos trens da CPTM desde Itaquera a Pinheiros.
Embarco na estação Dom Bosco – Zona Leste;
Desembarco na estação Luz – Centro;
Embarco na Linha para Francisco Morato e desembarco na Barra Funda – Zona Oeste;
Embarco na Linha para Carapicuíba e desembarco na estação Presidente Altino (uma estação antes de Osasco); Ufa!
Embarco na linha para Grajaú e, finalmente, desembarco na estação Pinheiros!!

1- O tema
Eleições para Prefeito - primeiro turno - São Paulo

2- O público
Trabalhadores: engravatados, uniformizados, descolados, simplérrimos, negros, brancos, azulados, descascados, vermelhos, coloridos, pálidos, cansados, acordados, vivos, mortos, os que curtem samba, os que curtem pagode, os que curtem funk proibidão, os que curtem reggae, os que curtem o fone, os que curtem um livro e aqueles que não curtem nada, pois afinal de contas... as pessoas fazem opções.

3- O local
Trem da linha 8 – Diamante – Júlio Prestes-Amador Bueno

4- A mídia
Vários post-it (aquele papelzinho auto-colante amarelinho) que foram colocados na parede interna do trem (claro, só estou sendo didática)

5- A mensagem
Votem em branco
Votem nulo
Votem em branco
Votem nulo

6- Pós marketing
Marta e Kassab irão para o segundo turno

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

INVESTIR NOS COLABORADORES TAMBÉM É RESPONSABILIDADE SOCIAL

Ao contrário do que algumas pessoas pensem, o investimento que a empresa faz em seus colaboradores, como reembolso de creche e auxílio-funeral por exemplo, também são atitudes de cunho social. Um exemplo disso é a Volkswagen do Brasil que, recentemente, investiu cerca de 150 milhões de reais na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo – SP, ao adquirir equipamentos de ponta para preservar a saúde e a segurança dos seus trabalhadores. O investimento foi para a linha de produção do Pólo, que abriga os processos de fabricação mais modernos do grupo em todo o mundo. "O investimento na saúde e na segurança dos nossos trabalhadores é uma das nossas grandes preocupações. Não poupamos recursos para instalar os mais modernos e avançados sistemas existentes no mundo para prevenir acidentes e preservar a saúde e a segurança dos nossos funcionários", declara Milton Spadari, supervisor de Segurança do Trabalho da fábrica Anchieta da Volkswagen do Brasil. Investimentos sociais externos também estão começando a tomar forma no nosso país. Projetos como o da Fundação BankBoston, que promoveu, no começo deste ano, oficinas de grafite abertas ao público, atividade que fez parte do projeto Um presente para São Paulo. Durante todos os sábados de fevereiro de 2003, jovens e crianças de todas as idades e classes sociais participaram gratuitamente de atividades de grafitagem. O aprendizado tinha como objetivo dar uma oportunidade de profissão para estes jovens. E ainda pensando nos jovens carentes, a Schneider Electric promove ações comunitárias com o objetivo de dar oportunidade a eles. Chamado de Projeto Luli, o programa se estende a 60 países do mundo e faz parte de um dos seis desafios do plano de gestão da empresa. Em cada país, são formados diversos grupos que promovem diferentes ações com entidades assistenciais. Ao todo, são 285 grupos. No Brasil, o projeto beneficia três instituições: a Fundação Julita (São Paulo – SP), o Instituto de Promoção ao Menor (Sumaré – SP) e o Grupo de Apoio às Crianças com Câncer (Guararema – SP). O projeto prevê a realização de trabalhos voluntários, incluindo palestras e aulas sobre assuntos técnicos e conhecimentos gerais. Os funcionários da empresa participam, ainda, doando conhecimento, dinheiro e materiais, de acordo com a necessidade de cada entidade. Jovens carentes também são o foco de um projeto de educação gratuita da Universidade Federal do Rio de Janeiro para 2004. A idéia da entidade é oferecer bolsas de estudos para jovens carentes, garantindo aos estudantes de baixa renda que passam pelo filtro do vestibular, condições de se manterem até o final do curso de graduação. O valor da bolsa é de R$ 250,00 para alunos de famílias cuja renda é inferior a três salários mínimos. Cada aluno beneficiado terá também um professor ao seu dispor, que funcionará como seu orientador, acompanhando-o durante todo o curso. "O projeto foi criado para sensibilizar empresas e governo a aumentarem o apoio aos alunos que estudaram em escolas públicas e conseguiram uma vaga em uma das muitas conceituadas universidades brasileiras", explica o criador do projeto e reitor licenciado da instituição, Carlos Lessa.





Reportagem de Ana Paula Ruiz 172ª edição da Carreira & Sucesso- newsletter. (24 de março de 2003). Publicada no site da Catho. www.catho.com.br








By Mari CarOl

sábado, 18 de outubro de 2008

Curso ABERJE de Sustentabilidade

Dica útil da profa. Cláudia Rossi aos comunicadores e comunicólogos. A dica é ótima, o preço da ABERJE é que pode ser um pouco salgado, dependendo do referencial.

A sustentabilidade entrou definitivamente na agenda das corporações e hoje é um dos temas estratégicos mais importantes, pois gera valor econômico para os negócios e causa grande impacto na reputação, na imagem e na marca da organização, além de representar novos desafios.
Pensando nestas questões a ABERJE oferece dia 24 de out/2008 o curso “Sustentabilidade: O que é, Por que Adotar e Como comunicar”, com o instrutor Ricardo Voltolini [1], colunista do Jornal Gazeta Mercantil e Coordenador do Comitê de Sustentabilidade da ABERJE.

Local:
Av. Angélica, 1757 -120 and. – Higienópolis – SP

Valores:
Associados: R$ 600,00 / Não associados: R$ 830,00

Todos os participantes receberão um dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, publicado pela AberjEditorial.

Detalhes e inscrições, acesse:
http://www.mediagroup.com.br/eventos/aberje/2008/outubro/sustentabilidade/index.html

Contatos:
Carolina Soares
11 3662.3990
carolina@aberje.com.br ou cursos@aberje.com.br

Nota:
[1] Ricardo Voltolini é jornalista, especialista em Marketing institucional e comunicação organizacional. Consultor de responsabilidade social empresarial e sustentabilidade há 12 anos; dirige a empresa Idéia Sustentável, especializada em consultoria, educação, projetos especiais e conteúdos focados em sustentabilidade. Professor de MKT Social no curso de MBA de Gestão e Empreendedorismo Social da FIA-USP.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Briefing

Bom Dia Agencia o arquivo do briefing esta sendo finalizado e esta disponivel no email da agencia
por favor deem uma olhada e me respondam

Bjs

Camila Costa

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O olhar de jornalistas sobre Sustentabilidade e RSE

Mais uma das valiosas dicas da profa. Cláudia Rossi

Os vencedores do Prêmio Ethos de Jornalismo 2008, Cynthia Rosenburg, categoria Revista, e André Trigueiro, categoria Televisão, falam sobre Sustentabilidade e a importância da Responsabilidade Social Empresarial - RSE.
[1]


Cynthia RosenburgEntrevista com Cynthia Rosenburg
[2]

Instituto Ethos: Por que jornalistas da área de economia costumam olhar o desenvolvimento econômico apenas sob o enfoque do crescimento, sem abordar as questões com o viés da sustentabilidade?

Cynthia Rosenburg: Acho que não é só o jornalista de economia. Ninguém aprendeu a ter essa visão mais integrada e mais completa das coisas. E nem só os jornalistas, mas também os empresários, os cidadãos, os consumidores. Há, porém, uma evolução muito clara, e percebo isso nas red
http://www.empresaverde.globolog.com.br/ ações, principalmente na revista Época Negócios, em que atuo. Muitas vezes, ao falar com uma fonte, um economista ou alguém do governo, há um esforço de abrir o foco para outras questões que não apenas a do crescimento, como os impactos sociais e ambientais. Os jornalistas de economia estão aprendendo a desenvolver esse olhar. Um exemplo é a Míriam Leitão. Os que cobrem negócios mais diretamente, que é a minha experiência, talvez venham exercitando esse olhar há mais tempo, porque essa discussão começou dentro das empresas, pelo lado da responsabilidade social. Como jornalista de negócios, você é levado a treinar esse olhar, até para poder criticar as ações das empresas.

IE: No seu caso, o que a levou a desenvolver esse olhar?

CR: Trabalhei durante quase oito anos numa publicação que começou a falar disso há tempos. Entrei na revista Exame em 1998, ano em que o Instituto Ethos foi criado. Lembro que naquele ano o Guilherme Leal, co-presidente da Natura, escreveu um artigo falando o que era responsabilidade social. Dois anos depois, a Exame criou, junto com o Instituto Ethos, a edição especial Guia da Boa Cidadania Corporativa, que hoje se chama Guia de Sustentabilidade. Quando comecei lá, vi que esse assunto estava crescendo e me interessei. Fundamental, no meu caso, foi ter trabalhado do outro lado. Trabalhei quase um ano e meio como gerente de Comunicação da Natura. Foi um momento crítico na empresa, o da abertura de capital, em que a discussão era como manter aqueles valores e princípios de negócio tornando-se uma empresa de capital aberto. Mas aquilo foi determinante, porque ficou muito claro para mim que não se trata de um modismo, mas um desafio de negócios gigantesco, que vai mexer muito com as empresas. Depois, quando voltei para o jornalismo, achei que o espaço na imprensa para esse tipo de cobertura iria crescer muito, como de fato aconteceu.

IE: Ainda existe um preconceito dos próprios jornalistas em relação à cobertura de ações de responsabilidade social, pois julgam em geral que se trata de maquiagem verde. Como o jornalista pode aprender a separar o joio do trigo, diferenciar a maquiagem verde das boas práticas?

CR: É superdifícil hoje, na cobertura de negócios, separar o joio do trigo. O jornalista não consegue fazer isso se não tiver clareza do conceito, de que tipo de práticas está observando, de qual é o negócio central de cada empresa e qual o impacto que ela tem do ponto de vista da sustentabilidade. É preciso ter muita clareza do caminho que as diversas empresas, em diversos setores, vão precisar trilhar daqui para a frente. Hoje há um amadurecimento dessa discussão nas próprias empresas. Por outro lado, muitas delas estão aproveitando para pegar essa onda e fazer a maquiagem verde. Ficou mais difícil fazer essa distinção, esse filtro. Quem trabalha em jornalismo de negócios passou a ser bombardeado com sugestões de empresas, de assessorias de imprensa e de consultores que também têm seu interesse ali. O que se pode fazer? Acho que o papel do jornalista é ouvir cada empresa com aquelas regrinhas de sempre do jornalismo, que mais do que nunca continuam valendo. Você vai ouvir o que a empresa tem a dizer, mas também especialistas, pessoas que estão relacionadas à empresa, fornecedores, concorrentes, consumidores, clientes, e tentar colocar aquele tema num contexto. Não dá pra simplificar demais e não há receita de bolo, mas acho que um jeito de separar o joio do trigo é observar qual é o negócio dessa empresa. A publicidade dos bancos, por exemplo, hoje é voltada para a sustentabilidade. Mas qual a questão central do negócio, o que um banco faz? Empresta dinheiro. Quando ele faz isso, que impacto tem? Está cobrando juros exorbitantes? Está estimulando o consumo da população de baixa renda? E como fica, nesse contexto, um banco que tem uma ação social relevante? Isso é importante para a sustentabilidade? É louvável que um banco invista em educação? Sim, mas, se estamos falando em sustentabilidade, vamos olhar para o centro do negócio. Não vamos abandonar esse olhar crítico sobre o negócio, os impactos e os riscos.

IE: Como as empresas devem fazer esse tipo de comunicação?

CR: Existe um gigantesco desafio de comunicação por parte das empresas. Hoje o discurso é completamente padronizado. Se você olhar as primeiras páginas dos relatórios de sustentabilidade, onde está a mensagem institucional, e tirar os nomes das empresas, é sempre a mesma coisa. Todo mundo tenta olhar para sua história, ver que elementos de movimento social e cuidados ambientais ao longo dessa história justificam uma abordagem de sustentabilidade hoje, para tentar dizer que sempre fizeram isso. Todas têm a sustentabilidade no seu DNA. Todas se consideram prontas. E pouquíssimas falam de desafios, de dilemas, de riscos, e nunca falam de resultados, nem do que querem alcançar. Nós, como jornalistas, não podemos esperar que as empresas evoluam nisso. Temos de continuar a fazer as matérias, sendo críticos, enquanto as empresas descobrem como melhorar sua comunicação.


Entrevista com André Trigueiro [3]

Instituto Ethos: No programa Cidades e Soluções, apresentado na Globo News, você apresenta experiências de baixo custo que usam recursos de forma sustentável. Qual é o papel da imprensa na disseminação desse tipo de soluções?

André Trigueiro: Entendo que a função social da mídia, num planeta que experimenta uma crise ambiental sem precedentes, é não apenas revelar as origens da crise, mas sinalizar rumos e perspectivas. É dar visibilidade às boas práticas, às boas experiências, àquilo que a gente poderia chamar de solução. Estou convencido disso porque experimento essa realidade e vejo que surte efeito. Você consegue inspirar gestores públicos ou privados, e mesmo um cidadão comum, alguém que tem uma liderança comunitária, a buscar mais informações sobre determinada experiência e, se for possível e interessante, replicá-la. Estamos aqui para fomentar a multiplicação dessas experiências onde elas forem pertinentes, cabíveis, e onde a relação custo-benefício for bem resolvida.

IE: O que falta para que a maioria dos jornalistas produza matérias a partir do enfoque do desenvolvimento sustentável?

AT: Cultura, informação, uma pitada de ousadia e outra de coragem. Existe um arrastão vibratório na direção das rotinas, das mesmices, da receita de bolo. Nesse sentido, a pitada de ousadia e de coragem é você imaginar que talvez não seja propriamente ruim fazer algo diferente. O diferente que assusta talvez não seja o diferente que te exponha a situações vexatórias ou constrangedoras, muito pelo contrário. E cultura e informação são necessárias porque a gente está falando de fato de um assunto que precisa ser garimpado. É preciso descobrir onde estão essas histórias, quem são as pessoas mais indicadas para contar essas histórias com propriedade e como transformar isso em notícia. Hoje é mais fácil fazer isso do que já foi num passado recente, pois há um processo de transformação em curso. Mas, ao mesmo tempo, há um senso de urgência. Não basta mudar, é preciso mudar rápido e incomodar. A gente só realiza essa manobra, com o timing necessário, incomodando. Se a gente quer agradar a todos, estar de bem com a vida e com todo mundo, é melhor não dar muita bola para a sustentabilidade. O selo que assegura que você está no caminho certo é se você está incomodando.

IE: Você ganhou o Prêmio Ethos de Jornalismo por trabalhos apresentados em 2003 e em 2007, e agora, em 2008, pelo conjunto da obra. Como você vê essa iniciativa do Ethos em reconhecer, por meio do prêmio, os jornalistas que falam sobre responsabilidade social e sustentabilidade?

AT: Prêmio é reconhecimento. É evidente que a partir do prêmio, em determinadas redações, alguns trabalhos passam a ter mais prestígio, certas pautas são apreciadas com mais respeito e você começa a ter um elemento indutor no sentido de abrir caminhos. Entendo que a função do prêmio é lubrificar engrenagens que estão emperradas. Você está trabalhando com a vaidade não só das pessoas físicas, mas também das pessoas jurídicas. A vaidade tem seu lado positivo. A maior parte das pessoas que conheço não realiza seu trabalho em função do prêmio. Mas, quando ele acontece, você pode contar esse efeito inspirador para quem te emprega, para quem paga teu salário e vê que esse trabalho, que eventualmente é o patinho feio da pauta, merece atenção e respeito.


Notas:
[1] Leia esta matéria na íntegra acessando http://www.ethos.org.br/

[2] A jornalista Cynthia Rosenburg,32 anos, editora-executiva de Época NEGÓCIOS, pesquisadora nata, é uma repórter conectada com fontes de primeira linha e apaixonada pelo tema da sustentabilidade. Escreve sobre responsabilidade social empresarial - RSE, desde que ingressou no jornalismo, há 10 anos, como repórter da Revista Exame.
Foi vencedora do 8º Prêmio Ethos de Jornalismo com cinco trabalhos, quatro deles publicados em Época NEGÓCIOS: “5 Propostas para as Metrópoles” (maio/2008, co-autoria de Alexa Salomão), “Por Dentro da Revolução Verde” (set/2007), “O Desafio de Salvar o Jari” (junho/2007) e “Sua Empresa é Verde?” (abril/2007, co-autoria de Eduardo Ferraz). Em 2007, Cynthia e Eduardo já haviam recebido o Prêmio Ethos de Jornalismo com a reportagem “Sua Empresa é Verde?”
É responsável pelo blog Empresa Verde
http://www.empresaverde.globolog.com.br/
Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDR84575-8373,00.html

[3] André Trigueiro é jornalista com Pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, Professor e criador do curso de Jornalismo Ambiental da PUC/RJ, autor do livro Mundo Sustentável - "Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação" (Editora Globo, 2005), Coordenador Editorial e um dos autores do livro "Meio Ambiente no século XXI", (Editora Sextante, 2003). Desde 1996 vem atuando como repórter e apresentador do "Jornal das Dez" da Globo News.
Fonte: http://www.mundosustentavel.com.br/andre.asp

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Seminário Info E-Commerce na Web 2.0

Bem, o assunto é relevante, pois precisamos ser profissionais pluralistas. Mas o valor... Vale a pena àqueles que possuem disponibilidade financeira para investir.
Abraços, Priscila Santana

"Mergulhe no mundo do comércio eletrônico junto com os principais players deste mercado, do PontoFrio.com à Livraria Cultura, do Habib's à Webmotors. E veja o impacto da web 2.0 sobre as lojas online. A programação completa do Seminário Info Webcomerce 2.0 você confere no endereço www.seminariosinfo.com.br.
Data: 20 de Outubro de 2008 - Horário 9h às 18hLocal: Av. Roque Petroni Jr., 1000 - Brooklin - São Paulo - SP Valor sem desconto: 730,00. "

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Live Earth nacional – música e sustentabilidade

Matéria de reforço às nossas aulas da última terça-feira, 30/set, com a profa. Rose sobre evento como ferramenta de comunicação dirigida.

Evento intitulado de "About Us - Entretenimento a Favor da Sustentabilidade" reuniu grandes nomes do cenário musical nacional e internacional, em campanha-show para conscientizar públicos formadores de opinião e fomentar idéia sobre necessidade de redução de emissão de carbono na atmosfera. O festival musical aconteceu em São Paulo (27 e 28 de set.) e em Manaus (26/set.).
Nomes como Seu Jorge, O Rappa, Jorge Ben Jor, Vanessa da Mata, Palavra Cantada representaram o Brasil; Dave Matthews Band e Ben Harper como atrações internacionais.
Estratégico promover o acontecimento em São Paulo, metrópole com maior frota de veículos automotores da América Latina – perto de 6 milhões – e em Manaus, cidade no centro da maior floresta tropical do planeta.
Para se ter idéia da seriedade e profissionalismo do evento, Flavio Gazani, José Junior e Ricardo Guimarães foram os curadores.

Ricardo Guimarães é presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Conhecido como pioneiro do conceito de branding como abordagem de gestão e não apenas como ferramenta de marketing, apoiou dois dos maiores cases de branding do Brasil: Natura e Banco Real.
José Junior é um dos fundadores do AfroReggae, organização sociocultural carioca.
Flavio Gazani é advogado especialista em direito ambiental, integrante da delegação oficial brasileira para a Conferência das Partes do Protocolo de Kyoto/UNFCCC - United Nations Framework Convention on Climate Change (Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas).

Para conhecer mais sobre mudanças climáticas, acesse o site do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/3881.html


Fontes:
Portal G1
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL725039-7085,00-FESTIVAL+REUNIRA+DAVE+MATTHEWS+BAND+E+BEN+HARPER+EM+SP+E+MANAUS.html

About Us
http://www.aboutusfestival.com.br/home.html

http://br.youtube.com/user/aboutusfestival

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Casa do Cristo Redentor

Olá Mundo!
Uma das instituições mencionadas no trabalho apresentado ao Prof. Sérgio, ontem, foi a Casa do Cristo Redentor. A instituição é conhecida, reconhecida e, particularmente, apreciada por mim pela seriedade e pelo amor fraterno à comunidade.
Em 2006, Roberto Justus, por meio de seu programa "O Aprendiz 3", reformou 2 casas do abrigo e a brinquedoteca da instituição.
Assim foi inaugurado, com a presença de Roberto, em 2006, o Espaço Lídia Justus (nome de sua mãe).
A seguir link da instituição e fotos da visita/inauguração.
Um grande abraço,

Priscila Santana
http://www.casadocristoredentor.org.br/
http://www.casadocristoredentor.org.br/Telas/Album/View.asp